1. Introdução
Quando a Bíblia fala da cidade via de regra usa conceitos de valor e revela uma postura em relação à mesma. Desde a crítica vinda do campo e da periferia (p. ex. Gn 11.1-7; Mt 23.33-38; Mt 11.20-24) e também de dentro da cidade (p. ex. Is 1.21-26) até a utopia da cidade de Deus (p. ex. Is 65.17-2; Ap 21.1-8), passando pela tentativa de salvar a cidade (p. ex. Gn 18.16-33; Lc 19.41-48), nenhuma dúvida subsiste a respeito do que o autor do texto pensa da cidade. Estes textos mexem com nossas emoções e preparam o nosso estado de espírito para nos "confrontarmos" com o urbano. Eles criam um clima de rejeição e compaixão, juízo e esperança, realidade nua e crua e utopia esperada. Eles nos ajudam a tomar posição em relação ao tema. Animam a denunciar e anunciar. Porém, ficam devendo a resposta quando perguntamos pelo "como", pelo modo de proceder dentro do urbano. Mas, quando se trata do envolvimento prático no mundo urbano, precisamos saber como ir além do sentimento e da emoção.
Quando a Bíblia fala da cidade via de regra usa conceitos de valor e revela uma postura em relação à mesma. Desde a crítica vinda do campo e da periferia (p. ex. Gn 11.1-7; Mt 23.33-38; Mt 11.20-24) e também de dentro da cidade (p. ex. Is 1.21-26) até a utopia da cidade de Deus (p. ex. Is 65.17-2; Ap 21.1-8), passando pela tentativa de salvar a cidade (p. ex. Gn 18.16-33; Lc 19.41-48), nenhuma dúvida subsiste a respeito do que o autor do texto pensa da cidade. Estes textos mexem com nossas emoções e preparam o nosso estado de espírito para nos "confrontarmos" com o urbano. Eles criam um clima de rejeição e compaixão, juízo e esperança, realidade nua e crua e utopia esperada. Eles nos ajudam a tomar posição em relação ao tema. Animam a denunciar e anunciar. Porém, ficam devendo a resposta quando perguntamos pelo "como", pelo modo de proceder dentro do urbano. Mas, quando se trata do envolvimento prático no mundo urbano, precisamos saber como ir além do sentimento e da emoção.


